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Brasil / South America

Expedição Offroad - Estrada Real (Caminho dos Diamantes / Sabarabuçu)

Rota: Ouro Preto > Itabinto > Nova Lima > Sabará > Caeté > Cocais > Nova União > Iponema > Bom Jesus Do Amparo > São Gonçalo Do Rio Abaixo > Itabira (Serra do Cipó) > Santa Maria De Itabira > Ferros > Santa Terezinha > Senhora Do Porto > Guanhães > Sabinópolis > Serro > Presidente Kubitschek > Datas > Diamantina ... continua

 

Caminho de Sabarabuçu, esse caminho guarda em seu nome o sonho de um autêntico eldorado esculpido pela natureza. De origem indígena, a palavra quer dizer "pedra grande e reluzente", significado que alimentou o mito difundido entre os europeis de uma serra intera composta de riquezas minerais. Talvez os índios quisessem apenas fazer alusão à serra da Piedade, que domina toda a região. O fato é que, em 1674, movida pela cobiça de pedras e minérios preciosos, a bandeira paulista de Fernão Dias Paes iniciou o provoamento da área.

 

Unindo o Caminho Velho ao Caminho dos Diamantes, o percurso de Sabarabuçu soma 150 km. Na prática, uma alça entre Ouro Preto, Sabará e Caeté, que passa por Glaura, Acuruí, Rio Acima, Honério Bicalho, Raposos e Morro Vermelho até atingir Cocais.

 

Partindo-se de Ouro Preto, tem-se um dos mais homogêneos e completos conjuntos de arte barroca do mundo, com magníficas igrejas, pontes, chafarizes e casarões, que contribuem para o mergulho histórico. A passagem oferece cenário de casinhas coloniais, em ruas ainda calçadas de pedra. Com construções erguidas com mão-de-obra escrava, como as ruínas de uma igreja do século XVIII e chamada de Casa de Pedra. Partimos para sentido a Mina de Ouro Fino, nos arredores estão as belas cachoeiras, caso da Dona Chica, com mais de 60 metros de altura.

 

Sabará, antigo Arraial de Sabarabuçu, boa parte do rico acervo barroco de igrejas está tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional. Alem dele, merece visita o conjunto arquitetônico da rua D. Pedro II, num agradavel passeio a pé.

 

Na proxima parada, o Rustico distrito de Morro Vermelho, é a famosa a tradição do aluá, festa com reminiscências da escravidão, em homenagem a Nossa Senhora do Rosário. Caeté tambem promove memorável celebração religiosa a Nossa Senhora da Piedade, padroeira de Minas, entre 15 de Agosto a 7 de Setembro. A igreja eo convento da padroeira ficam encravados na bela paisagem de montanhas e vales. A cidade possui outras igrejas, museus e um atrativo especial aos amantes de esportes de aventura: um complexo de Arborismo, localizado ao seu entorno. Mas nao feche o circuito sem agendar uma visita às ruínas de mina de Gongo Soco, em Cocais, onde vc pode transportar para os tempos de febre do ouro.

 

 

Caminho dos Diamantes, no extremo norte de Minas Gerais, em Diamantina, começa essa aventura, segue sentido sul até Ouro Preto. No cume da Estrada Real, a cidade natal de Jucelino Kubitschek é tranquila e bem conservada, onde encontra-se o canion do funil. Conhecida na época do Brasil Colonial como Arraial do Tejuco, localizada na região do alto do vale do rio Jequitinhonha, surpreendeu os bandeirantes com  a vasta oferta de pedra preciosa do qual seu nome derivaria. Hoje, Diamantina é patrimônio cultural da humanidade e ndica, em sua arquitetura colonial, o antigo convívio com os portugueses, escravos e aventureiros. Além de abrigar belas igrejas barrocas e casarões, mantém, na região central, casas de adobe. Rodeada por montanhas rochosas, que deram origem a grutas e cavernas, a área conta com diversas cachoeiras e é divisória das bacias dos rios Jequitinhonha e São Francisco.

 

4o e 5o dia - (Caeté à Diamantina)

 

 

Seguindo em direção sul, comece por explorar a região de Milho Verde e São Gonçalo do Rio das Pedras. Carcadas por natureza, são ótimas opções de caminhadas, cavalgadas e passeios offroad. A cidade seguinte é Serro, que, além de rica arquitetura possui famosas festas religiosas e manifestações populares. De lá é possivel visital o pico de Itambé dentro do parque estadual, a 1300 metros de altitude, siga para Conceição do Mato Dentro, visite as casas coloniais. A proxima parada é o Parque Nacional da Serra do Cipó, que integra a cordilheira do Espinhaço e avança para localidade como Morro do Pilar, Nova União, e Itambé do Mato Dentro. Com altitudes que alcançam os 1700 mestros, o parque é formando por relevos que indica a presença remota do oceano e resguardas importantes sítios Arqueológicos.

 

6o Dia (Diamantina - Conceição do Mato Dentro - Tabuleiro)



Em Itabira, caminhantes, cavaleiros e aventureiros podem optar por um banho dnas diversas cachoeiras da região ou um passeio cultural pelo Museu do Tropeiro. Na sequencia a atração maior fica por conta do parque Natural de Caraça, entre os municípios de Catas Altas e Santa Bárbara, e cujo nome foi inspirado no formato de uma pedra da Serra do Espinhaço - um semblante de uma face gigante deitada. Em Catas Altas está um dos mais preservados contros históricos de Minas Gerais. A cerca de 50km dali, em Mariana, o turista entra novametne em contato com a história do Brasil, ao voltar á época da exploração dos territórios auríferos. Não é à toa que a cidade - primeira capital das capitanias em Minas e São Paulo - é considerada monumento nacional. Além de sua importancia histórica, Mariana atrai visitantes por suas belezas naturais. A mina de Passagem tambem é parada obrigatória. Trata-se da maior mina de ouro do mundo ainda aberta aos turistas. Percorrendo 12km chega-se em Ouro Preto (capital financeira do império).

7o dia (Conceição do Mato Dentro - Ouro Preto)

Exibições: 190

Tags: Estrada_Real, Minas_Gerais

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