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Brasil / South America

Expedição Galápagos 2010




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Somos um grupo de amigos que viajam de moto a longa distância todo ano, desde 2004, David Crosland Guimarães, mineiro, 52 anos, industrial, Fernando Augusto Pena, carioca de nascimento, mineiro de coração, 51 anos empresário, Roger Mamprim, 39 anos, paulista, empresário, Leonardo Cesar Gontijo, mineiro, 52 anos, medico oftamologista e Marcelo Telles Vorcaro, mineiro, 50 anos, empresário. Nosso desafio é sempre superar nosso último grande desafio Passando por lugares inimagináveis por qualquer pessoa. Passando por dificuldades que nunca pensamos que passaríamos. Mas quem se propõe a estas aventuras pode esperar por tudo. Chegar em todos os lugares sem programação de hotéis, contando com a sorte e com nosso espírito de desbravadores, entrando em tudo que é buraco que aparece, alguns fantásticos, outros ironias do destino.



Às vezes nos perguntamos, o que um cara, na faixa dos cinqüenta anos, estabilizado na vida emocional e financeiramente, com uma linda família, inventa de viajar de moto por 8 mil Km, todo ano,com todas as adversidades de clima e tempo, correndo risco.. A resposta torna-se
simples. Se você ficar na mesmice, a vida passa e na hora que você acorda não fez nada, somente o dia a dia, pagando contas, recebendo, indo trabalhar. A vida sem desafios é muito monótona e digo a vocês meus amigos, no dia que entrarem numa aventura dessas, indo por caminhos desconhecidos e desafiadores, conhecendo lugares nunca dantes navegados, nunca mais sairão desta ciranda. Lava a alma A
motocicleta nos oferece um tipo de liberdade que qualquer outro meio de transporte não permite. Passando por lugares que muitas pessoas nativas desconhecem.

E por isso que fazemos isso. Nos dá uma força interior tão grande que podemos enfrentar qualquer dificuldade que aparecer no dia a dia de nossas vidas.

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Desta feita nossa aventura começa pela Carretera Interoceânica, estrada que sai por Rio Branco, no Acre, cruzando a fronteira com o Peru, e atravessando a Amazônia Peruana até Madre de Dios, e subindo a
cordilheira dos Andes a 5 mil metros de altitude até Cuzco. Após visita a Machu Picchu, seguiremos pela mesma carretera, até o porto de Maratani, no Pacífico, e subindo pela Rodovia Pan Americana até Lima,
Trujillo, Tumbes,fazer a aduana para o Equador, chegando até Quito pela Avenida dos Vulcões. De Quito, voltando para Guaiaquyl, onde pegaremos
um vôo para as incríveis Ilhas Galápagos. Depois de 4 dias em Galápagos, faremos o caminho de volta para Guayaquil, e de lá, na mesma rota, voltaremos a Rio Branco, totalizando uma jornada de 8.200 Km.
Serão 4 big trails BMW GS 1200 R, e 1 BMW Gs 800..

Nossa viagem começa dia 03 de setembro. Vamos procurar fazer um diário de viagem que sirva a toda a comunidade de motociclistas, em um roteiro inédito recheado de aventura.

Contamos com a Rotaway e Pisteiros para nos acompanhar neste nosso sonho.

Noticias Diarias da Expedição: http://galapagosmototour.blogspot.com/

Perfil do aventureiro Lider da expedição para mensagens de incentivo dos amigos Pisteiros:


Encontre mais músicas como esta em Pisteiros.com.br

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Nós quem agradecemos Marcelo e MotoKAMBADA ! a viagem de vcs esta sendo um sucesso ! e estão indo muito bem e proximos de chegar no ponto "Auge" da viagem ! ARQUIPÉLAGO DE GALÁPAGOS ! Estamos tão Anciosos quanto vcs !

Quando voltarem gostariamos de recebe-los com um belo churrasco Paulista ! no refugio dos Pisteiros para contarem pessoalmente os relatos que ficaram nas entre linhas e somente quem viajá pode presenciar ! Momento no qual se for possivel faremos uma entrevista especial de toda a aventura !

Abraços !

FOX
sábado, 18 de setembro de 2010

ARQUIPÉLAGO DE GALÁPAGOS

 Mergulho nos corais da Ilha Seymor - Objetivo realizado-Galápagos Mototour 2010
Hotel Cassino é outra coisa
Autorização para entrar no Arquipélago
Começam a surgir pequenas ilhas
Ilha de Baltra-Aeroporto
                                                                  Que cor de mar é esse

Ilha de Baltra
Aeroporto-Baltra-Galápagos
Kambada totalmente alucinada com o espetáculo natural



Travessia de barco de Baltra para Santa Cruz




Hotel Lobo do mar

Puerto Ayora







Puerto Ayora
Galeria de arte
comercio para turistas
excelentes restaurantes

Voces nem imaginam a emoção de todos ao avistar do avião, as ilhas com seus vulcões e mar exuberante.  Encontrava-mos em um mundo surreal, onde as formações de lava e rocha vulcânica ,contrastando com o mar de cores verdes e azuis inexplicaveis se discortinavam em nossa frente. Aterrisamos na Ilha de Baltra ao meio dia, 3 horas antes do horário de Brasília. Muito emocionados não só em estar no paraíso, mas por ter completado o objetivo principal da nossa viagem. Hora de acordar e tratar dos assuntos relativos a hospedagem e passeios de barcos pelo Arquipélago, porque aqui o tempo vale ouro. Como já disse anteriormente, nunca reservamos hotéis, é sempre na tora, confiando em nosso espírito de aventureiros e podendo averiguar de perto onde vamos ficar. Fomos abordados pelo Fred, um equatoriano a 30 anos em Galápagos, que nos ofereceu  assessoria em tudo que precisassemos, hotéis, passeio de barco, mergulhos,restaurantes etc. Fomos em sua van, pegamos um barco para Ilha de Santa Cruz, onde fica Puerto Ayora, a cidade central de Galápagos, com 10 mil habitantes e já com uma excelente estrutura de turismo, com lojas, galerias de arte, restaurantes, escola de mergulho, estações científicas, tudo controlado a mão de ferro pelo governo do Equador. Paga-se U$ 100,00 para entrar na ilha, U$ 50,00 para membros do Mercosul. Contratamos tours para o Parque Nacional Charles Darwin,  Fundação Charles Darwin, uma viagem de barco de 2 horas até a Ilha vulcanica de Floriana, e mergulhos, 1 com snorkel outro com tubo, na Ilha Seymor, de transparencia incrível. As postagens sobre Galápagos serão em capítulos porque é impossivel descrever tudo que estamos vivenciando em apenas um tópico.
Nos hospedamos no Hotel Lobo do Mar, aconchegante e de frente pro mar , e fomos explorar Puerto Ayora . Não percam os próximos capítulos.





sábado, 18 de setembro de 2010

ARQUIPÉLAGO DE GALÁPAGOS- Ilha de Santa Cruz e Seymor Norte, mergul...

Agência de mergulho- curso relâmpago
Kambada a caça do tubarão
Leo
David
Marcelo
Roger
Fernando
Tubarão martelo que é bom, nada,só alguns gralha branca
Mas a emoção de estrear um mergulho em Galápagos é demais.






Melhor que mergulho só as motocas

Acordamos bem cedo, 6, para nos preparar para o mergulho programado para 8 horas. Fomos na agência de mergulho do Santiago que nos deu rápidas instruções, mandou colocar as roupas e 9 horas , estávamos no mar. Sem comentários pessoal, um show de visibildade e criaturas marinhas, mas os tubarões martelo não apareceram. Tubarão vimos algumas espécies típicas de galápagos, mas nada que amedrontasse a Kambada. Quem está acostumado com a adrenalina de pilotar motocicleta por 4500 Km, rodados no total até agora, em condições de extremos, floresta nativa, chuva, frio, cordilheira a quase 5 mil metros, desertos com ventos de até 80 km, estradas com curvas alucinantes, polícia corrupta, tubarão martelo é fichinha perto disso. 2 horas de mergulho foram suficientes para extasiar a galera. E aí Maurilio, personal, não te falei que eu caia na água com as feras.
Queremos, agora, conhecer a Galápagos de Charles Darwin.

As Galápagos formam um grupo de 58 ilhas, das quais apenas quatro são habitadas, situadas  a aproximadamente mil quilômetros a oeste da costa do Equador , país a que pertencem, foi formada a 5 milhóes de anos por erupcões vulcanicas no fundo do  oceano pacífico, por isso a fauna e flora são únicas no  mundo. Inspiração da Teoria da Evolução de Darwin, as Galápagos são o cenário em mutação de um espetacular leque de animais e plantas. Extravagantes, diabólicas, selvagens, mas ainda assim belas, estas ilhas mudaram a idéia que tínhamos sobre nós mesmos e sobre a vida na Terra.
Consideradas inicialmente como uma terra maldita por Deus,me explicou um cientista que conheci no hotel, foram necessários vários anos para que a importância evolucionária destas ilhas fosse totalmente reconhecida. Plantas e animais pioneiros lutavam para sobreviver, e ao fazê-lo de forma tão gradual, pavimentaram o caminho para a chegada de outros “colonizadores”…
A oeste, descansam as ilhas de formação recente das Galápagos: primitivas, hostis e implacáveis. As ilhas centrais surgem primeiro. Uma surpreendente diversidade de habitats se concentra em uma área muito reduzida: savanas, pântanos, desertos, selvas e bosque. É o único lugar da Terra em que as tartarugas e os pingüins se protegem sob a sombra de cáctus gigantes.
Assim como Atlântida, as ilhas do leste estão destinadas a desaparecer sob as águas do Oceano. Todos os animais e plantas que sobreviveram serão extintos - este será o destino inexorável das espécies das Galápagos. Em nenhum outro lugar da Terra, os processos da criação e extinção estão tão intimamente entrelaçados.
Amanha visitaremos o parque nacional, Charles Darwin, onde estão as tartarugas gigantes.
domingo, 19 de setembro de 2010

PARQUE NACIONAL GALÁPAGOS E FUNDAÇÃO CHARLES DARWIN

Ilha vulcânica de Floreana
Corona Del Diablo-cratera vulcanica no Pacífico


Leões marinhos

Vulcão extinto

Escultura feita por piratas
Abrigo pirata, século XVI

Tartarugas Galápagos
220 anos


Iguana marinha
Animais convivem harmonicamente
Túnel feito por lava vulcanica




Vegetação endêmica-só existe em Floreana
Iguana terrestre

Reprodução de plantas endêmicas

Saímos cedo , 2 horas de barco, para chegar a ilha vulcânica de Floreana, onde fica o Parque Nacional Galápagos. Viagem longa, oceano pacífico batidão. O longo trajeto vitimou 2 americanas que vomitaram até as tripas por causa do balanço do barco em alto mar. Chegamos a Floriana e nos encantamos com a ilha vulcanica.
Para proteger a flora e fauna endêmicas das Ilhas Galápagos, o governo equatoriano criou o Parque Nacional Galápagos em 1959, o que representa cerca de 97,5% do arquipélago. A Estação Científica Charles Darwin foi criada em Santa Cruz Island, em 1964, para facilitar a implementação de programas de conservação nas ilhas. Cada tour em Galápagos é necessário ter um guia naturalista e todos os visitantes devem permanecer em trilhas ou em locais designados visitante. Apesar dos regulamentos rigorosos das Ilhas Galápagos, o impacto da indústria do turismo é preocupante. O aumento da poluição , o consumo de combustível, o tráfego de barcos e lixo que tem acompanhado o crescimento do turismo é o suficiente para jogar ecossistema das ilhas em plano de emergência. Quer montar um acampamento base em uma das ilhas ou experiência a largura do arquipélago a bordo de um cruzeiro, certifique-se de escolher os operadores que se esforçar para deixar o mais pequeno de uma pegada ecológica possível. Quando você parar pela Estação Científica Charles Darwin, considere deixar um donativo. Tomando esses pequenos passos com vista a proteger as Ilhas Galápagos, você pode ajudar a preservá-las.
O passeio é cansativo, o dia inteiro, mas vale a pena. Não deixem de vir conhecer este santuário.
Dica- Contrate um cruzeiro de 8 dias, que visita todas as ilhas de interesse e voce fica embarcado, em vez de contratar serviços em Puerto Ayora. Preço do cruzeiro, U$ 1.800,00.
Preços de Gálapagos.
Avião de Guayaquil a Ilha de Baltra- U$ 360,00
Hotel padrão 3 estrelas- U$ 130,00 a diária
Pacote completo de mergulho, passeio de barco, visita ao Parque nacional Galápagos, Fundação Charles Darwin, transfer do aeroporto a Puerto Ayora.- U$ 400,00 por pessoa.
Portanto pessoal, nas próximas férias , venham passar no mínimo, 12 dias em Galápagos, que tenho certeza, será um dos maiores surpresas de suas vidas.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

GÁLAPAGOS- HIGHLIGHTS


































































quarta-feira, 22 de setembro de 2010

GUAYAQUIL A QUITO- 420 KM- Avenida dos Vulcões e Mitad del Mundo


Kambada reestilizada.Quando o cara não tem nada pra fazer (Roger), dá nisso ai (cliquem na imagem)
Barrio  de la Peña -Guayaquil


saída para Quito

Frutas na estrada-comida típica é dureza
Alberto-argentino a 3 meses na estrada
Queda d,água à beira da rodovia Panam
Chegamos a Quito
Fernando Robocop Pena-GPS,camera de capacete e um arsenal de ferramentas
Prego traiçoeiro
Cotopaxi-Aqui começa a Avenida dos Vulcões

Cratera de Quilotoa-Avenida dos Vulcões



 View Quito





BMW-Quito

Hotel Cassino- Best Western
Kambada na hidro tomando todas- O Leo e Fernando, sei não......
Monumento à linha do equador
Kambada rodou meio mundo
Metado do mundo é aqui geograficamente






Saímos de Galápagos satisfeitos por ter tido o previlégio de conhecer um lugar único, que certamente nos deixará lembranças para sempre. Uma hora e meia de voo, estávamos de volta em Guayaquil. Fomos jantar e conhecer o barrio de la Peña, na parte alta da cidade, foi revitalizado e hoje é uma jóia do turismo local. Longe das motos por 4 dias, já estávamos completamente loucos para acelerá-las de novo. Acordamos cedo e pegamos estrada para Quito. Estrada excelente, com muitas curvas, pois é cordilheira equatorial, paramos para almoçar e conecemos um argentino, Alberto, que vinha da Califórnia, Eua, com uma honda 650 já em mal estado , porque já rodava a 3 meses e 3 tombos nas costas. Trocamos experiências e ele visitará o Brasil em breve. Chegando em Quito, a moto do Marcelo fura o pneu com um prego grande. Graças ao Fernando Robocop, que tem uma oficina em sua bagagem, sacamos a roda e consertamos o furo. Na entrada de Quito , por 20 Km nos encantamos com a AVENIDA DOS VULCÕES. A via está sobre o vale que separa duas cordilheiras - a leste, a Cordilheira Real; a oeste, a Ocidental. Avenida dos Vulcões, nome dado pelo explorador alemão Alexander von Humbolt, em 1802, àquele pedaço de terra. A cada quilômetro da estrada se descortinavam novos cenários. Dos 55 vulcões do Equador, oito em atividade, nove dos mais grandiosos estavam ali. Já estava anoitecendo e passamos na BMW para trocas de óleo de 2 motos e fazer uma social com os caras. Já temos contato com a BMW de Santiago, Buenos Aires, Lima e agora Quito. E todos nos recebem muito bem. Estas motos, GS 1200 só trocam óleo. É um espetáculo de engenharia, não por menos, é a melhor motocicleta do mundo. Pilotá-la é um prazer imenso, sua suspensão é inacreditável. Sua ciclística é impecável, é só deitar nas curvas acelerando e ela acompanha. Ela é animal demais. Que me desculpem as motos concorrentes, mas não tem parametro de comparação.
Fomos para um hotel cassino show, com direito a champagne e hidromassagem para relaxar os músculos, pois já rodamos 5 mil KM. Contratamos um Citytour para  às 9 da manhã conhecermos a cidade e fomos ao complexo Mitad del Mundo, onde passa a linha imaginária do equador. Cheio de turistas tirando fotos no meio da linha imaginária, inclusive a kambada.
Amanhã, pessoal, começa nosso caminho de volta, sem antes deixarmos de fazer o roteiro do Nariz del Diablo, trem que atravessa a cordilheira real, a 4 mil metros por abismos e comunas andinas.


sexta-feira, 24 de setembro de 2010

QUITO A RIOBAMBA- 200KM- FERROCARRIL NARIZ DEL DIABLO





















































Depois de 18 dias juntos a Kambada se separa. Leo, Fernando e David descem para o Brasil a toque de caixa, pois todos tem compromissos inadiáveis. Viajar por muito tempo pega no profissional e no conjugal. Eu e Roger ficamos para fazer o Trem del Diablo, nosso último compromisso com o roteiro. Fomos para Riobamba, 200 Km de Quito e contratamos o passeio. Fantástico, o trem saiu às 7 da manhã, e na realidade não é um trem e sim ferrocarril, pois não tem vagões, somente a maquina com o espaço para passageiros. Com 120 anos de história, foi denominado trem del diablo, porque em um dos trechos de construção, tinha que se passar por uma imensa rocha em forma de um nariz adunco, a 3.800 metros de altitude e 4.000 operários que trabalhavam na construção, morreram de doenças, acidentes de trabalho e outras fatalidades. Criou-se um estigma e ele consolidou-se como Trem del Diablo. O percurso que fizemos foi entre Riobamba e Alausi, 75 km. O Ferrocarril passa por caminhos no alto da cordilheira, basicamente a 3.000 metros de altitude média, atravessando comunas andinas e povoados.Sentimos Um choque cultural muito grande, onde os nativos fogem de cameras fotográficas,meninas abaixam a cabeça e adultos se retiram, nos deixando claro que turistas que invadem seus espaços, não são bem vindos. A não ser pelos comerciantes, que criaram um pacto silencioso e forçado, para eles engolirem os visitantes.
O trajeto passa por campos de cultivo, criação de ovelhas, pequenos sítios , penhascos imensos, pontes de madeira que balançam muito com o ferrocarril. Haja adrenalina. Há 2 paradas em lugares já pré deteminados, para um café e tour por monumentos de interesse histórico. Uma guia equatoriana descreve todo o trecho da viagem indicando os lugares de interesse e o que representou na história do Equador. Depois faz 3 perguntas sobre o roteiro, quem souber responder ganha brindes da empresa. O Roger ganhou um botton porque serviu de modelo para uma demostração de como os homens andinos usam sua vestimenta típica.
Voltamos ao hotel, montamos as bagagens nas motos e caimos na estrada rumo a Macara, divisa com o Peru, onde pegamos chuva e neblina na Cordilheira Real, e presenciamos um pós acidente, onde 1 equatoriano numa KTM 990 levou um tombo em uma curva e quebrou a bacia. Ato reflexo, paramos as motos (código tácito de conduta de motociclistas em motoviagens, de ajuda e solidariedade, custe o que custar) para socorrer o companheiro, mas ele estava com um grupo de 5 que iam para um encontro em Cuenca, que já tinham chamado socorro e ele sentia muita dor. Agradeceram nossa atitude, apertamos a mão do acidentado, desejamos buena suerte e mejjoras e seguimos viagem. Segui pensando ,como corremos riscos sempre, nossas vidas estão na mão de Deus. Motociclista engraçadinho e metido a foda vai pro chão rapidinho. Motoviagem é curtição e não Iron Butt. Quem quiser competir, vai pra pista de corrida e não para as estradas. Tem que respeitar a moto. Ela não tem coração e se for desafiada, voce paga um preço, normalmente muito caro. Amanhã, rumo ao Pacífico em nossa trajetória de retorno.


sábado, 25 de setembro de 2010

A Caminho do Pacífico- Carretera Panam e Balneário de Tortugas- Par...

Saída do Equador                                    
                                                            Fazendo amizades

                                                                    Carretera Panan
                                               Policiais camaradas 








                           Mike e George-Ingleses no Mercosul

                                          Deserto na Panam
                                 Balneário de Tortugas






















Cruzamos a fronteira para o Peru, voltando a passar por aquele transito caótico, onde as ruas das cidades não tem sinais nem leis , somente quem buzina mais forte e rápido leva vantagem. mas o povo é amistoso e nos respeitam.Mas fazemos por onde. Nas paradas, quando aglomeram as pessoas para observar as motos, distribuimos adesivos da expedição e da Motostreet. Eles colocam em seus carros e motos e ficam a vontade conosco. Chegamos ao pacífico pela panam e depois de 580 Km fomos dormir em Trujjilo. Voltamos a Chan Chan e na próxima postagem, publicarei uma galeria de fotos inéditas, já que na primeira passagem, nossa visita foi rápida porque estavamos atrasados com o roteiro. Acordamos cedo e partimos para Lima.Encontramos 2 ingleses que mandaram as motos de avião de Londres para Quito e seguiam para Buenos Aires. Dei muitas dicas para eles, e os fiz economizarem 1200 Km, pois no roteiro deles tinham que descer até Santiago, e desenhei em seu mapa o caminho do Atacama, por Salta, Corrientes , Santa Fé e Buenos Aires. Ficaram bastante agradecidos e nos despedimos. A comunidade de motociclistas nas estradas é uma tribo extremamente solidária e não existe credo, raça, nacionalidade , nada. Somente o vocabulário aventura sobre 2 rodas. Só quem já conviveu e presenciou sabe disso. A relação é completamente amistosa e só rola colaboração. Ninguem é melhor que o outro, nenhuma  moto é mais possante que a outra e nenhum caminho é melhor ou pior que o outro. Todo roteiro é valorizado. E todos estamos prontos ajudar os motoaventureiros.
Enfrentando os ventos fortes da panam, entramos no Balneário de Tortugas, a 250 km da capital Lima . Parecia cidade fantasma, pois era fora de temporada. Mar de uma beleza ímpar, em janeiro lota de peruanos da capital à procura de sombra e água fresca. Sacamos algumas fotos e enrolamos o cabo até Lima. Chegamos no final da tarde, transito inacreditavelmente confuso. Ninguel te cede espaço, e se bobear , passam por cima. Fomos para BMW, deixamos as motos para revisão e fomos para o Hotel. Ligamos para a outra parte da kambada, Leo, Fernando e David, e eles já estavam em Nasca, fazendo o roteiro turisticos das linhas. Vão mandar material para publicar.
A aventura está em seu final e pedi a todos os companheiros que façam um depoimento desta fantástica aventura. Postarei quando mandarem.
Marcelo, como vcs separaram e terão material diferentes a publicar me inclua nos e-mails .. . se possivel peça para os amigos motokambada se registrarem no Pisteiros ! consigo gerenciar todos os perfis e mensagens enviadas por aqui .. colocando tudo em um unico relato da viagem ! isso é muito legal pois cada um tem um ponto de vista diferente na viagem .. percebo isso nas minhas viagens com mais pessoas, os estilos das fotos de cada um muda ... tem aventureiro que curte paisagens, outros fotos da moto na paisagem, outros das pessoas e costumes locais .. e por ai vai ! fico no aguardo se possivel ! quando chegarem iremos tentar agendar com vcs para ver as fotos, ouvir os relatos não contados aqui e fazer aquela entrevista especial ! o Refugio dos Pisteiros em Campinas - SP já esta a disposição de vcs !

Grande abraço e ótimo retorno!

FOX





segunda-feira, 27 de setembro de 2010


RETORNO A CHAN CHAN- Sítio Arqueológico da Civilização Chimu-Extint...








































Retornando pela Panamericana para Lima, resolvemos visitar a impressioante cidadela de barro de  Chan Chan novamente, desta vez com mais tempo e disponibilidade, já que um tour completo demora no mínimo, 5 horas. Os Incas foram extintos pelo espanhol Francisco Pizzarro e 180 soldados armados. Pagaram o pecado, pois extinguiram a Civilização Chimu, 100 anos antes e tomaram o troco dos espanhóis.
As ruínas de Chan Chan ficam a menos de 15 minutos de Trujillo. Uma estrada simples nos leva à primeira visão desses muros altos, que protegiam a cidade e que hoje estão bastante destruídos. Desde os anos 1960, equipes de restauração trabalham por lá, mas o desafio de recuperar um abandono de séculos é grande.
Parte da dificuldade de preservar este patrimônio tem a ver com sua localização geográfica. Construída no século 9, bem na costa peruana (onde hoje está Trujillo), Chan Chan ficou por anos exposta à ação do tempo, sobretudo às mudanças meteorológicas violentas que vêm do Oceano Pacífico, como o El Niño. Enquanto Chan Chan era atacada pelos ventos e pela maresia, lá no alto, na Cordilheira dos Andes, Machu Pichu ficava preservada.
Em Chan Chan, no Peru, aconteciam rituais sagrados. Os negócios eram feitos e a nobreza circulava. Um cotidiano vibrante deixava marcas que hoje lutam contra o risco de desaparecer.
Depois de 5 horas de caminhada incessante, as pernas já pediam descanso, mas foi bom para circular o sangue , pois há 20 dias, as pernas repousavam em cima das pedaleiras das motos.
Até essa seção do blog, aguardo a outra parte da Kambada me enviarem os textos e fotos das linhas de Nasca e do planetário.
Hoje, 27 de setembro é meu aniversário e do Roger. E esse tour neste fantástico mundo perdido de Chan Chan foi nosso melhor presente.
terça-feira, 28 de setembro de 2010

Km Total- 8.050 Km- Quito-Riobamba-Cuenca-Loja-Trujillo-Lima-Ica-Na...




























































Finalmente e infelizmente nossa aventura terminou. Marcelo e Roger deixaram as motos na BMW de Lima e voltaram de avião ao Brasil. O tempo já estava estourado para ambos, a responsabilidade os chamava, estradas interminadas e 2 dias a mais em Galápagos  ultrapassaram em muito o roteiro de 20 dias . Atrasaram a viagem,  para completar o roteiro da aventura, optando para que no  prazo de 3 meses voltassem ao Peru para buscá-las, iniciando um novo roteiro, descendo de Lima para o Chile e atravessando o Deserto do Atacama, passando tambem pela Argentina, até Foz do Iguaçu, 3.800 Km.
Leo, David e Fernando, completaram o roteiro original até Rio Branco, 8.050 Km rodados.
Abaixo, o relato =

Trecho Rio Bamba Loja ( leia se Lorra) – Por Leo do Balde – 18/9 
Saímos desta vez com uma desagradavel sensação de perda ou melhor seria talvez dizer, abandono pq neste dia o Marcelo e o Roger optaram por fazer o passeio de trem  o que aumentaria ainda mais o tempo de viagem. Decidimos portanto eu (Leo) o Fernando e o David irmos diretamente ao nosso objetivo, ou seja, voltarmos a Rio Branco de maneira mais direta e rápida possível. Para isto sacrificamos um pouco  as fotos e ainda devido ao fato de estarmos agora em um grupo menor, ganhariamos mais agilidade. No caminho  passamos em Cuenca e la, durante o abastecimento surgiu um motociclista em uma KTM Adventure branca novinha. Conversando , descobrimos que trata -se do distribuidor da marca em toda o pais e um grande entusiasta do mototurismo e ralis, já tendo participado do Sertões e acompanhado seu filho no Six days que foi realizado no Ceara. Surgiu ali instantaneamente uma amizade e partimos a seu convite para um city moto tour pela ótima cidade  de Cuenca  . Dali nos acompanhou por uns 100 km em direção a Loja em uma estrada simplesmente linda e no alto de uma serra nos despedimos. Wilson Malo e o seu nome, em torno dos seus 55  anos, e autentico representante dos hospitaleiros equatorianos. Dali seguimos por mais umas 4 horas ate Loja , desta vez uma cidade menor mais não menos agradável. La nos hospedamos no excelente Hotel Howard Jonhsons, e la estavam mais seis outros KTMeiros hospedados todos clientes do Wilson. Conforme ele mesmo havia nos dito a marca e muito forte  naquele pais. Antes de nossa chegada la no fim da tarde, surpresa: Chuva! E deu para molhar direitinho meus 2 amigos que não colocaram as capas nas pernas e botas, então  montamos uma operacao de guerra no quarto, usando 2 secadores de cabelo para as coisas pequenas e  enviando as maiores para  a equipe do hotel dar um jeito na sua lavanderia.  
Trecho Loja Trujillo – Por Leo do Balde - 19/9 
Dormimos vigiando  o tempo, rezando para a chuva fina que não parava acabar e deu no seguinte: Saímos  equipados e subimos uma serra cuidadosamente em asfalto molhado e do outro lado céu azul e asfalto seco e bem sinuoso onde a vontade de acelerar aconteceu e foi um dos momentos mais rápidos da viagem. O mal tempo não consegue atravessar elevações extremas criando 2 climas distintos a barlavento e a sotavento das montanhas, coisas dos Andes que tivemos oportunidades de ver muitas vezes. As vezes fica difícil se equipar, pq se vc sai da parte alta e desce vai esquentar ou vice versa. Optamos neste dia por  passar por outra estrada, evitando assim  voltarmos Piura ( feiúra seria mais correto) e foi  uma boa. Economisamos 30 km, achamos uma estrada mais vazia e muito nova, fizemos a fronteira um pouco mais rápido e nos mandamos para a boa cidade de Trujillo e teríamos chegado ate cedo se a  única moto da turma que usava câmara de ar nao tivesse novamente resolvido achar um prego e deu um pouco de trabalho, por que era domingo a noite e borracheiros não estavam de plantão. Foi um dia duro com 749 Kms rodados. Dormimos muitíssimo bem uma  novamente no excelente  hotel Libertador  e partimos cedinho para Lima 
Trujillo – Lima (Por Fernando Pena) 20/9 
O dia amanheceu totalmente nublado e úmido em Trujillo, alias a chuva deles é assim, apenas uma garoa fina que se estende ate as 11hs da manha. E la fomos nos por volta das 7 da matina para mais um dia de estrada, foram 575km de Panan, na maior parte em via dupla onde pudemos manter uma media horária acima dos 115km/h. Chegamos cedo em Lima e gastamos mais tempo para procurar os aperitivos da GS800 do David tipo: lubrificante de corrente, Octane Booster, Limpador de bico injetor, etc, etc...coisas que as GS 1200  já deixaram para trás. Ficamos no bonito bairro de Mira Flores, e mais uma vez tivemos dificuldades em encontrar hotéis, estranho mais nesta época do ano, tudo estava lotado em Lima. A noite, como não poderia deixar de ser, mais uma aventura Eno Gastronomica, no excelente Shopping LARCOMAR, que fica literalmente encravado nas rochas da praia que fica a uns 50 m abaixo do nível do shopping. Mais uma noite da chuva local, ou seja nada de pingos apenas uma forte neblina que molha tudo. 
Lima – Nazca (Por Fernando Pena) 21/9 
Deste dia em diante começamos a nos dirigir para o Oeste deixando o Pacifico e subindo um pouco nas cordilheiras. No caminho paramos para almoçar em ICA, e um motoqueiro local nos perguntou se já tínhamos visitado a Lagoa de Huacachina, que ficava somente a 5 minutos de onde estávamos. Após almoço de tira gosto, Leitao com Mandioca, fomos conhecer a tal Lagoa, na verdade trata-se de um tremendo Oasis, no meio de muitas dunas de mais de 100m de altura, não  da para acreditar, so vendo mesmo. Existem vários hotéis e pousadas que ficam neste local, sendo muito freqüentado em qualquer epoca do ano. Como planejado trancamos a mao e chegamos cedo em Nazca, a tempo de apreciarmos as famosas Linhas de Nazca que foram cortadas pela Panamericana na época de sua construção. A beira da estrada existe uma torre metálica que permite observar as varias linha que formam figuras e que foram executadas pelos antigos Incas. Nos dirigimos mais uma vez para o excelente Hotel Nazca Lines, e após o jantar participamos de uma apresentacao exclusiva para os 3 Motokambadas , que foi feita no Planetario que foi construído dentro do próprio Hotel, são 45 min de apresentação de toda a historia dos Incas e de suas linhas, e após a apresentação, existe um tremendo telescópio eletrônico para observação de estrelas e planetas do cosmos. Como dissemos Motokambada também e CULTURA. Neste dia foram apenas 438km 
Nazca – Cusco (Por Fernando Pena) 22/9
Comecamos este dia bem cedinho, na esperança de tudo dar certo, mas por incrível que pareça, erramos o roteiro em quase 80km, entre ida e volta ao ponto correto, coisas que não entendemos na hora mas deve ter um tremendo significado, pois o GPS nos mandava para uma direção diferente da real. Recuperados da situação aproveitamos para reabastecer e subir a cordilheira no sentido correto, daí para frente são simplesmente 650km de curvas , EU DISSE CURVAS, daquelas de poder ver o numero da placa da moto. Quem não tiver preparo físico certamente levara mais do que as 12 hs de tocada que levamos, pois as medias são muito baixas, sem considerar o temperamentalismo da GS 800, que não tolerava a famigerada gasolina de 90 octanas provavelmente batizada, pois parava a cada meia hora. Chegamos em Cuzco com a sensação de um termos finalizado uma etapa do Rally dos Sertoes, coisa que os 3 motokambadas sabem do que se trata pois todos nos participamos desta prova. 
Cusco - Puerto Maldonado (Por Fernando Pena) 23/9 
Estavamos esperando um dia muito frio pois iríamos atravessar o ponto mais alto de toda a Cordilheira dos Andes em toda a sua extensão, com exatos 4723m de altura, mas para surpresa nossa o dia estava esplendoroso, com um sol brilhante e temperatura super agradável, por volta dos 11 C, diferente de quando atravessamos na ida, quando pegamos 1,5 C e muita neblina. Como descrevi o dia estava lindo e luz era perfeita para boas fotos, embora tivéssemos combinado não parar alem dos abastecimentos, não pude resistir as belas paisagem e sai registrando o que podia, tanto filmando quanto fotografando. No final da travessia no pe da montanha, numa cidadezinha chamada Marcapata, e após um trecho de uns 8 km de pura pedra, pois a estrada ainda não esta finalizada, conhecemos um peruano típico numa moto chinesa de 125cc, que simplesmente atravessa este trecho da montanha com um casaquinho sem vergonha, de alpercatas e meia de nylon e nem usava luvas, conclusão: nos achamos uns “bostas”, com todos aqueles equipamentos futuristas. Como o trecho era de apenas 488km, ou seja curto para nossas ultimas rotinas chegamos no final da tarde em Puerto Maldonado e pudemos arrumar as tralhas para o ultimo dia da viagem e dormir mais cedo. Vale lembrar que os problemas de corte de motor da GS 800, não paravam, sempre trazendo um atraso acumulado ao longo dos 3 ultimos dias. 
Puerto Maldonado – Rio Branco 24/9 (Por Fernando Pena) 
Já podíamos começar a sentir saudades da nossa aventura, todos já curtindo cada curva daquela estrada, embora com muitos trechos ainda em construção, inclusive dentro do leito do rio que a estrada margeia. Este trecho é marcado por uma intensa vegetação típica da região Amazonica e muito linda pois faz parte da imensa cordilheira andina chamada Vilcanota. Na parte mais plana, percebemos varias invasões de peruanos bem na beira da etrada, talvez na expectativa de fundar povoados a beira da estrada TransPacifico que se configura como uma realidade para um futuro próximo, pois sua inauguracao oficial esta marcada para a primeira semana de Dezembro deste ano. Neste trecho percorremos 572km ate chegada em Rio Branco – AC, onde fomos recebidos no final da tarde pelo seu Oswaldo Xavier Dias e seu filho Marcelo, donos da revenda Honda Star Motos,  e tratados como hospedes especiais, com muita atenção e carinho. Cabe uma rápida apresentação do seu Oswaldo que foi o pioneiro na atravessia do Brasil ate o Pacifico, isto em 1995, e em 2003 fez a primeira viagem comercial de um caminhão brasileiro em terras peruanas, para saber mais consulte o site: projeto pacifico no Google. Gostariamos também de registrar nosso agradecimento ao Prefeito de Rio Branco o Sr. Angelim e seu Secretario de Turismo Sr. Cassiano que nos deram total apoio em nossa estadia e também ao Lauro do Hotel Inacio que nos ciceroneou na Belissima capital do Acre. 
Da Viagem ( Por Fernando Pena) 
Se sentir como menino que espera o Natal, com aquele frio na barriga na véspera de receber o presente. Era esta a sensação que vivi na ultima semana antes da viagem. Ao chegar em Rio Branco e botar a mao nas maquinas esta sensação era compartilhada por nos 5, que viveríamos a partir daquele dia um sonho em comum, uma grande viagem de motos e um roteiro ate então inédito. Foram vinte dias de muita curtição, gozação, aprendizado, e acima de tudo amizade, que a cada dia se consolidava mais e mais. Se pudesse definir um futuro sinceramente gostaria de estar com a mesma turma nas próximas aventuras. Valeu a todos.

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